F1 aceita congelamento de motores a partir de 2022
Categoria congelará o desenvolvimento de suas unidades de potência a partir da temporada de 2022.
Por Sérgio Siverly em 12/02, às 11h32

A F1 confirmou que congelará o desenvolvimento de suas unidades de potência a partir do início da temporada de 2022 e que o novo design será revelado em 2025.

A FIA descreveu a decisão, que foi tomada por unanimidade na reunião da Comissão de F1 desta quinta-feira, como "um desenvolvimento significativo para o esporte que reflete a unidade e o espírito de colaboração entre a FIA, a F1 e as equipes."

Um grupo de trabalho foi estabelecido para formar os novos regulamentos do motor para 2025. Ele incluirá os atuais fabricantes de unidades de potência e fornecedores de combustível, além daqueles que poderão entrar no futuro.



Cinco metas foram definidas para a próxima geração de motores da F1 que chegará 11 anos após os atuais turbos híbridos V6 serem introduzidos. A tecnologia deve ser sustentável e relevante para os fabricantes, incluir uma fonte de combustível totalmente sustentável, reduzir custos, ser atraente para os novos fabricantes de unidades de energia e resultar em um design “poderoso e emocionante”.

Reduzir custos e alcançar a neutralidade de carbono são os principais objetivos do novo design, acrescentou a FIA.

A introdução de um congelamento no desenvolvimento da unidade de potência a partir do início de 2022 deixa as equipes com espaço para desenvolver ainda mais os motores que irão competir nesta temporada.



A Red Bull e a AlphaTauri, cuja fabricante de motores Honda deixará a categoria no final desta temporada, foram os principais defensores da mudança e devem agora buscar um acordo que lhes permitirá continuar usando os motores japoneses no próximo ano.

Nenhum mecanismo para equilibrar o desempenho dos motores atuais quando ou depois de congelados foi firmado de acordo com o site RaceFans.

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